quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A unidade estabelecida na Torah

    "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Ieshua HaMashiach, aquele que tu enviaste." Yochanan 17:3

    A palavra do Eterno é clara, O ETERNO É UM E IESHUA É SEU FILHO, o Mashiach de Israel. Só se compree
nde isto, estando com a mente fora de uma visão helênica. Trindade não existe, é um dogma que não tem nenhuma relação com o Eterno. A unidade sim foi instituída por H'Shem na Torah e citada pelo próprio Ieshua em Marcos 12: 29:

    Respondeu Yeshua: O primeiro é: SHEMA ISRAEL, ADONAI ELOHÊNO, ADONAI ECHAD. (Ouve Israel, o Senhor nosso D'us, o Senhor é UM)

    Reconhecer a Unidade de H"Shem, é declarar a Soberania do Eterno sobre tudo e todos, e acrescentar mérito ao sacrifício do Mashiach, pois se ele realmente fosse o Eterno que trabalho teria tido? Nenhum, seria apenas uma encenação, mas não, Ieshua realmente padeceu e cumpriu com excelência sua missão. Devemos a todos os dias ser gratos ao Eterno pelo seu grande amor e misericórdia e de forma alguma esquecer que é pelo mérito do Mashiach Ieshua que temos acesso novamente a H'Shem.
Ieshua

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Humildade de Itschac


    "Yitschac cavava poços, mas não simplesmente poços, abria os poços que seu pai havia cavado e lhes atribuia os mesmos nomes que seu pai. Não está vivo por seu próprio direito, está conectado à fonte de seu pai. Em cada relacionamento do qual participou, Yitschac desempenha o papel passivo. Não é tolo ou incompetente. Pelo contrário! Dominou a habilidade de se ocultar nos
 bastidores, de fazer crer que não está ali. Mesmo assim permanece, sutilmente trazendo à tona o melhor aqueles à sua volta, deixando que se sintam importantes, deixando-os sentir que conquistam, enquanto realizam ações para ele. Esta é de fato um grande sinal de força!" Chabad.


    Quando li esta mensagem lembrei do que certa vez o rosh Marcos Andrade Abrão disse: "Na obra do Eterno não há lugar para individualismo." E Itschac fez isto com excelência. Quando servimos ao Eterno estamos debaixo de uma unção, de uma visão específica, e de forma alguma podemos atribuir nossos próprios interesses, nossas próprias características. Ao longo dos séculos muitos fizeram isto, e como consequências, a palavra de H'Shem foi destorcida, a Torah anulada, Yeshua foi transformado em próprio D'us, e Doutrinas Malignas foram implantadas no meio dos servos de H'Shem. Devemos aprender com Itschac, com sua capacidade de renunciar a si mesmo, de estar preocupado em transmitir o esplendor do Eterno e não o brilho próprio.

   Temos que ter em mente o que o Mashiach Ieshua disse: "Prosseguiu, pois, Yeshua: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo." Yochanan 8:28. 


   A visão é do Eterno não é nossa, e por isto, não temos os direito de modificá-la. Devemos ser obedientes e extremamente fiéis ao que H'Shem nos instrui.

Shalom!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mitzvot na prática.

  A torah é o bem mais precioso da humanidade.Sobre a palavra do Eterno David Melech disse: Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho. Tehillim 119:105. E quando ele, por divina inspiração, compôs este verso, certamente estava se referindo a Torah, mais precisamente às mitzvot contidas na Torah.
  Os rabinos ensinam que a Torah é o manual do ser humano, pois nela estão contidas todas as Leis referentes à todos os aspectos da vida do homem. Você pode se perguntar "Leis"? Sim, Leis. O Eterno formou e homem e já formulou uma Constituição Divina, a fim de guiar o homem em sua jornada.
  As Leis existem e isto é um fato. E a existências das Leis Divinas independem da nossa vontade. 
  No Livro "A Sebe de Rosas",  o Rabino Norman Lamm, em um pequeno trecho, abordou de maneira tão didática  a existência das Mitzvot e o sentido de sua prática, veja o que ele disse: 

"Para uma lei ser lei, ela dever ser autônoma, e não dependente das nossas racionalizações. Taamai Hamitzvot significa, literalmente, "o sabor dos mandamentos". A tradução "razões" é derivativa. (...) Ao investigar propósitos mais elevados de nossas instituições religiosas, pretendemos adicionar um sabor delicioso e aprazível à nossa dieta espiritual. Contudo, de nenhuma forma, poderemos substituir o "gosto" pela substância de nossos alimentos religiosos, isto é, os verdadeiras preceitos do Judaísmo realizados na prática."

 Estudar  a Torah, é de grande valor, somente quando está atrelado à pratica dos mesmos. Mitzvot foram criadas para serem colocadas em prática e não somente como objeto de estudo. A torah é vida, e a vida só existe com ações. 

Shalom Shalom!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Os 10 mandamentos são Leis Especiais e não Universais.

    A Torah de H"Shem é o manual do fabricante, portanto nela, estão contidas todas as leis e princípios necessários para nos orientar segundo à vontade do Eterno. Entretanto, com a influência romana aos ensimamentos do Mashiach Yeshua e seus talmidim (discípulos), mentiras foram sendo inseridas no lugar da verdade do Eterno. Por exemplo, a questão do decálogo, que vem sendo considerado como leis universais. Mas o Eterno não permite que seus filhos permaneçam presos pelas correntes da mentira, e por isto, nos revela sua verdade que é libertadora.
   Ontem, o rosh Marcos Andrade Abrão, líder da Congregação Judaico Messiância Adonai Shamah, publicou, em seu site de relacionamento, a verdade sobre os dez mandamentos, sobre a Torah e seus 613 preceitos:
"ATENÇÃO, NÃO EXISTE ESTA COISA DE 10 MANDAMENTOS DIFERENCIADOS DOS 613 PRECEITOS OU ESTA DOUTRINA DE LEIS CERIMONIAIS E ETC, O QUE EXISTE SÃO OS 613 MANDAMENTOS E LEIS NOÉTICAS. LEIAM ABAIXO O TEXTO SOBRE ISTO: A Torah contém 613 preceitos incluíndo os 10 mandamentos. Não existe esta coisa de 10 mandamentos diferenciado dos outros. Existem 613 preceitos entre eles os 10 mandamentos e além disto as leis noéticas que são mandamentos obrigatórito para todos que querem servir a D'us inclusive os gentios. Sabemos que a congregação do Eterno é composta por judeus circuncisos na carne e no coração e por prosélitos que são gentios circuncisos no coração. Em Atos 15 não se determinou aos prosélitos toda a obrigatoriedade da lei, como se aplica aos judeus. Assim para o prosélito existem as leis noéticas como kit básico para permanecer na congregação do Eterno. Porém os prosélitos tem o direito, se quiserem, de se comprometerem com o pacto da circuncisão e assumirem a responsabilidade de terem a obrigatoriedade de todos os mandamentos como um judeu circunciso na carne e no coração. O que não se pode é obrigar os prosélitos a circuncidarem e tomarem esta decisão a força, como queriam fazer os judaizantes. A diferença fundamental refere-se a acessibilidade e obrigatoriedade com relação aos mandamentos. Por exemplo, não beber sangue, não ser idólatra, não praticar sexo ilícito, não cometer homicídio, ou seja, as leis noéticas de Atos 15, são mandamento obrigatórios para o judeu e para o prosélito. Já o shabat, a comida kasher e outros mandamentos são obrigatórios para o judeu e acessíveis para os prosélitos. É claro que se um prosélito não guarda o shabat e não adota comida kasher, além de perder bênçãos pode também ter alguns prejuízos na sua vida, pois estes mandamentos são muito importantes. Mas a diferença é que se um judeu não guarda o shabat coloca em risco a sua própria salvação, enquanto que o prosélito só coloca em risco sua salvação com o descumprimento de uma das leis noéticas. Outro ponto a ser entendido é que os 10 Mandamentos não foram dados para serem o padrão universal, que como já falei, cabe as leis noéticas de Atos 15, nem como um resumo de todos os mandamentos. O decálogo na verdade são 10 leis especiais que o Eterno escolheu para escrever nas tábuas de pedra. Veja que existe entre os 10 Mandamentos um que não tem um punição grave como "Não cobiçarás...", mas por outro lado não está incluído um mandamento universal que é não beber sangue. Porém, também é importante compreender que a não obrigatoriedade do shabat não dá aval para uma pessoa "guardar" o domingo, pois o fato de atribuir ao domingo uma conotação religiosa e substituta do shabat, além de esta equivocado, pode ser considerado um ato de idolatria, pois o domingo na verdade tem origem notadamente pagã. É relevante também usarmos o termo shabat, e não sábado, pois na verdade o shabat começa na sexta ao pôr do sol até o sábado ao pôr do sol. Os discípulos jamais reunião no "domingo", mas ficavam reunidos no shabat e as vezes partiam o pão e bebiam o vinho em memória do sacrifício do Mashiach, logo após o término do Shabat. O domingo romano começava as 6 horas da manhã do domingo atual. O término do dia a meia noite surgiu depois na igreja romana. No livro de Atos, capítulo 20 a partir do versículo 7, isto fica claro, quando Paulo reunido no shabat com os irmãos, partiu o pão depois da Havdalá (cerimônia que marca o término do shabat ao pôr do sol do sábado) e alongou o ensino até o amanhecer, as 06:00 da manhã, quando começava o domingo romano e as pessoas precisavam trabalhar. O descanso do domingo foi estabelecido depois por Constantino para honrar o falso deus sol, e depois anexado ao cristianismo no processo de paganização que acelerou a partir do terceiro século. Em fim, no shabat, estaremos tratando da questão da teshuvá a fim de preparar novas pessoas que querem cumprir este propósito."
  Todos estes pontos abordados pelo rosh Marcos são muito importantes, pois nos faz compreeder corretamente, quem somos e que há leis obrigatórias somente para judeus, e assessíveis aos prosélitos e leis universais como é o casos das leis noéticas, como foi citado.   
   A Torah institui o padrão que o Eterno quer para seus servos,  mentiras como anulação da Torah, o decálogo como leis universais, só servem para tirarem as pessoas do foco. São ferramentas meramente satânicas, que permanecem durante anos desviando pessoas do caminho. Caminho este que é estreito e apertado, como disse o nosso querido Adon Yeshua HaMashiach, O Filho de Elohim.